Por EVANDRO LIMA, com informações da SECOM/PME
EUNÁPOLIS - Objetivando reestruturar o território do Extremo Sul da Bahia, dentro da nova política de ações do Governo Federal, dirigentes e coordenadores do núcleo 02 do Território de Identidade do Extremo Sul da Bahia, tendo à frente o coordenador Inocêncio Pinheiro e como anfitriã a Secretaria de Interior e Abastecimento de Eunápolis, reuniu na manhã desta terça feira (9/02), no auditório local de Ceplac, entidades, associações, fundações e representantes da sociedade organizada das localidades que compõem o núcleo, dando início às discussões para as demandas que passam a ser do interesse de todo o território que por sua vez viabiliza os seus planos de ações.
São componentes do núcleo 2 os municípios de Eunápolis, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Belmonte, Itapebi, Itagimirim, Itabela e Guaratinga, região que anseia pela execução de importantes projetos para seu desenvolvimento.
Representando o prefeito Robério Oliveira, a vice-prefeita e Secretária de Assistência Social Maria Menezes destacou a necessidade de união de todos os municípios, juntamente com suas associações e segmentos, como forma do fortalecimento em busca de recursos para o atendimento às necessidades de cada localidade, sendo este o caminho mais fácil para se chegar às esferas governamentais. “Com a criação do núcleo dois, incluindo o município de Eunápolis, as coisas tendem para uma maior celeridade, encurtando distâncias entre os 21 municípios do território”, enfatizou Maria Menezes.
Na presença de representações dos respectivos municípios e de secretários do município de Eunápolis, a exemplo de Alick Maia, do Interior e Abastecimento, Gelton Freitas, do Meio Ambiente, Terezinha Farias, do Governo, Mirabeau Ferreira, do Planejamento, Willy Hafner, da Comunicação, além de Nevolanda Menezes, dentre outros, além de associações e entidades, foram discutidos a formação de grupos para as demandas a serem apresentadas, dentro da realidade de cada localidade, como bem salientou o professor Raymundo, um dos articuladores do Território de Identidade.
Na sua opinião, cada localidade é detentora da sua realidade, citando por exemplo o caso de um estudo para resfriamento de leite no Projeto Maravilha que já existe há um ano e totalmente parado por falta de ações junto aos governos. “É preciso de organismos que busquem o andamento de todas essas demandas, citando o caso de “Luz para todos”, “Água para todos”, “Aquisição de maquinários” e tantos outros projetos que podem ser postos em prática e simplesmente paralisados, por falta de ações junto aos organismos responsáveis, afirmou o professor. |